Arquivo da tag: entrevista

LEITORES E BLOGUEIROS COMENTAM SOBRE AS EXPECTATIVAS DE RAPUNZEL

Rapunzel e o Reino das Trevas ainda está na pré-venda, mas já chama atenção por onde é divulgado. Esta semana, os blogueiros parceiros da Editora e do Autor soltaram uma entrevista exclusiva e a divulgação do livro.

cropped-13230173_999183873464735_4536203298612172850_n.jpg

Imediatamente, muitos leitores escreveram suas impressões sobre o livro.

Leia alguns comentários:

Ju:

Achei Rapunzel e o reino das trevas interessante. Curti bastante a capa do livro, ficou muito bonita!

Beijo.

Ju
Entre Palcos e Livros

Pamela Liu

Adoro releituras, então achei bem interessante o livro Rapunzel & o Reino das Trevas. Achei diferente a ótica do autor, ao tornar Rapunzel uma garota forte que enfrenta os seus medos e não uma garota que depende dos outros.
Gostei de saber um pouco mais sobre o Alex de França Aleluia e seu processo de criação e de escrita, pois não o conhecia.
Achei a capa lindíssima! Desejo muito sucesso ao autor.

 

Márcia Saltão

Oie!
Não conhecia o autor e nem seu livro, mas fiquei bem interessada. A sinopse é bem cativante e a capa está muito bonita e convidativa. Gostei muito da entrevista e desejo sucesso ao autor! Com certeza será uma leitura muito divertida. Abraços.

 

Jéssica Dias

Oi!
Eu já tinha visto esse livros em alguns lugares, mas nunca tinha lido nada a respeito dele. Achei maravilhoso! Vou procurar pra ler logo, pois amo releituras. A entrevista ficou ótima! Beijos Lucas Luhran

  1. Gente! que simplicidade da parte dele *-*. “suspenses psicológicos” já quero ler tudo que escrever.

  2. Gostei bastante dele! Deu pra absorver o que realmente quer passar com esse livro. Acredito que essa releitura esteja super animada e como ele disse cheio de aventuras, e eu adoro isso num livro!

  3. Veja mais clicando aqui

ESCRITOR ALEX DE FRANÇA DÁ ENTREVISTA EXCLUSIVA PARA A 2ª EDIÇÃO DA FLAL

O Festival de Literatura este ano está com várias entrevistas e bate papos exclusivos com os autores. Entre ele, o nosso professor e escritor Alex de França Aleluia respondeu algumas perguntas do público.

Leia na íntegra:

Bom dia, pessoal. Vamos a mais um dia de entrevistas? Então, vamos começar.

Biografia:

Alex de França Aleluia é professor de Literatura em escolas públicas e particulares, professor universitário e capacitador na área educacional. Já escreveu livros educacionais e obras literárias como “O Aniversário”, publicado anteriormente. É membro da Academia de Letras do Brasil, palestrante cultural para jovens e adolescentes, além de contador de histórias para crianças.

Entrevista:

(Michelle Paranhos) Vocês se preocupam com a mensagem transmitida aos seus leitores por sua história? Ou você não pensa nisso ao publicar?

Sempre. Não podemos escrever por escrever, da mesma maneira de ler por ler. Quando pego em um livro, quero aprender algo com os personagens. Quero aprender algo para a minha vida. A Literatura é a única que consegue transmitir uma única essência para várias vidas.

(Sara Marie) Olá, tbm falando sobre a construção da personalidade do personagem, eu gostaria de saber se isso vem naturalmente na hora da escrita ou se é necessário fazer pesquisas para que a personalidade se encaixe perfeitamente na história?

Não. A construção da personagem é muito importante saber antes do início do conflito, pois se não temos esta precisão, não temos como caminhar pela história, pois a personagem pode ficar incoerente em algumas ações. Precisamos saber quem ela é para podermos colocar em suas ações a compatibilidade de sua magnitude de vida.

(Paula Lessa) Em que momento percebeu que o seu livro era tão bom para você, quanto para o público?

Sempre escrevi. Mas nunca tinha vontade de mostrar o que sabia. Minha família não entendia dessas coisas, leitura não era de sua vivência, então fiquei calado até meus 20 anos. Quando reescrevi uma história que havia criado aos 16 anos, pedi para minha chefe ler sem dizer de quem era o escrito. Ela leu e achou que era do Machado de Assis (risos), foi ali que vi que meus escritos tinham de estar nas mãos das pessoas.

Qual foi a cena mais difícil de se escrever? (Lari Patricio)

Mais difícil eu não sei, mas que foi aterrorizador foi. Tive de ficar um tempo sem ler. Precisava digerir. A cena de O ANIVERSÁRIO, quando a protagonista, amedrontada, pega um taco e espera a ação se repetir. E a do Pacto dos Inteligentes, quando Oliver e Belmonte estão frente a frente. O FBI inteiro para, para assistir. Foi dramático e ao mesmo tempo delirante.

Qual a sua opinião a respeito de clichês? Um livro bom é aquele completamente original, ou um clichê bem escrito pode ser bom? É possível fugir de clichês? (Vivian Santana)

Só vira clichês por um motivo: porque funciona. Não sou da linha dos Clichês, mas entendo quem faça. Sigo meu coração e gosto da originalidade.

Qual a parte de escrever uma história vc mais gosta? (Tadeu Montingelli)

A da Peripécia, mas a que mais me suga é a parte do reconhecimento da personagem. A mudança de sorte e a cena onde tudo clareia ao personagem me fazem incendiar.

Qual o critério utilizado para escolha do titulo de seus livros? (Marizeth Maria Pereira)

O Conflito do tema ou o caos do personagem.
Quando escreve vc se fecha para o mundo que o cerca? Se isola? (Dom Rodrigo Miranda)

Sim. Muito. Precisamos viver e sentir o personagem, ou nos colocamos na pele dele ou como amigos dele. Não podemos nos influenciar em outros coisa a não ser no drama.

Como não dá para viver como escritor, neste país, qual é a sua profissão principal?

Sou professor de Literatura. Vivo das Letras literalmente.

Você se sente mais à vontade como escritor, ou, na sua profissão principal? (Matheus Gabriel Castro Bezerra)

Como escritor, mas minha profissão vem muito a contribuir para a escrita.

Vocês têm dicas para as pessoas que desejam ser escritores? (Ironi Jaeger)

Acho que a única dica que tenho é: leia muito!

Gostou?

“O PACTO DOS INTELIGENTES” LEVOU 5 ESTRELAS PELA BLOGUEIRA NATY RANGEL

O livro O PACTO DOS INTELIGENTES passou por mais uma fase: análise de blogueiros. O escrito está vinculado na plataforma do Widbook e ainda está passando por modificações. Mesmo estando com toda a história na plataforma, ele será revitalizado e revisado para, enfim, chegar às mãos dos leitores com livro físico.

naty

A bloguiera Naty Rangel aceitou o desafio de avaliar o livro e ao fim, mandou a análise do livro ao autor deixando claro que mesmo não lendo muito o estilo de romance policial, gostou da história.

E neste fim de semana, ela divulgou sua resenha oficial. Ela deu 5 estrelas para a história. Pontuação máxima de avaliação.

aa797-post-698_a5

Veja o que ela disse a respeito e aproveite para conhecer o blog.

Conheça o blog aqui

Minha Opinião
Desta vez saí da minha área de conforto para falar de um livro que, mesmo não sendo o estilo que estou acostumada, me prendeu, me encantou e virou favorito!
A história começa na escola Rian, uma escola de prestígio nos Estados Unidos onde um aluno foi encontrado enforcado no banheiro do colégio. O estranho era que Samuel não tinha inimigos, não tinha atrito com ninguém, era um excelente aluno, apesar de ser considerado “chato” entre os inspetores e a diretora da escola. Mas nada que o fizesse merecer algo tão horrível assim.

Abriu a porta com muita vontade e olhou para baixo e lá estava Samuel, caído, com um saco na cabeça e sangue empossando o seu corpo. O inspetor deu um grito que assustou a escola inteira.

Como se não bastasse, Samuel não é o único, na verdade, depois de sua morte alguns alunos receberam bilhetes amarrados em pedras dizendo que seriam os próximos.
O pior é que essas pessoas realmente começaram a aparecer mortas e até o FBI precisou entrar nessa para resolver este caso complexo.
Mesmo com as aulas suspensas pessoas tem morrido bem debaixo dos narizes deles e a polícia fica completamente perdida tentando desvendar esse mistério.

Agachou desconfiado e pegou o envelope que havia uma carta dentro. Com cuidado, abriu e leu: “VOCÊ É O PRÓXIMO!” – Seu coração quase saltou lhe pela boca. Fechou a porta com todas as trincas que pôde. Sentou no sofá. Pensou. Refletiu e resolveu ir até a delegacia.

Não vou dizer muito mais que isso porque eu não quero estragar o suspense. O livro é muito bem elaborado, vai desvendando aos poucos o possível serial killer que pode ser qualquer aluno ou funcionário da escola. O pior é que ele está ousado demais e matando as pessoas mesmo dentro de suas próprias casas.

Eu não sou muito de ler suspense, mas esse me prendeu demais, me senti assistindo as minhas amadas séries do CSI rsrsrs. A leitura é bem rápida (ou isso ou eu estava ansiosa demais pra ler tudo kkkk), te prende e eu o tempo inteiro mudava de opinião sobre quem era o assassino. rs… Juro, tinha um que eu tinha certeza que era, tinha todos os motivos e…. ok, parei.. LEIAM!

BLOG – LIVROS, LEITURAS E AFINS FAZ UMA BELA ENTREVISTA COM O ESCRITOR ALEX DE FRANÇA ALELUIA

No último dia 06 de agosto de 2015, o blog INCRIVILHOSO da nossa incrivilinda Ana Caroline divulgou uma entrevista exclusiva com o nosso professor e escritor Alex de França Aleluia. A blogueira fez uma interação entre as duas carreiras dele: professor e escritor. Veja como ficou. Leia e opine! Aproveite para conhecer o blog e se apaixonar pela Literatura!

Clique aqui e conheça o blog

linkmelou

1) Dizem que para ser um bom escritor precisa-se ser um bom leitor, você lia muito na sua infância? 

Olá Ana Caroline, de início quero agradecer pela entrevista e espaço dado a mim e ao meu trabalho.
Vamos juntos!
Concordo com a afirmação acima, mas insiro ainda mais uma informação, eu entendo que todos nascemos com um dom dado por Deus, o dom da escrita, da música, da pintura e por aí vai. Claro que só consegue um bom resultado com muito treino, prática, mesmo que se tenha um dom, porque o dom só é liberado quando se pratica. E tenho a convicção que o dom das palavras nasceu comigo e lendo mais e mais, consigo compreender muito mais que uma simples escrita. Consigo compreender a alma humana. Tenho muito a aprender, mas só consigo aprender mais se repassar o que sei. É a órbita da vida!
Não lia muito em minha infância. Eu gostava de ouvir histórias. Eu escrevia muito na minha infância. Queria ser roteirista de seriados e minisséries e vou te falar, saiu cada coisa (risos). Escrevia de tudo. Tramava um bom enredo com a minha própria família. Cada um era um personagem e como a minha família era grande, conseguia grandes mistérios e conflitos. Por isso, cresci com a escrita. À medida que fui crescendo, familiarizei com os escritores realistas como Machado de Assis e Eça de Queirós. Passei por Camões e ainda Gil Vicente. Gregório de Mattos era o meu preferido em verdades. Então, parti para a Literatura, onde sou professor.
2) Além de escritor você é professor, como você faz para conciliar as duas profissões?
É terrível! Por isso corro para terminar os meus escritos sempre em janeiro ou em julho e férias que é bom, isso não é do meu vocabulário. Então, escrevo sempre nos meses em que estou de férias. E durante todo o resto do ano, leio, porque sou professor de Literatura e sempre releio os clássicos para levar à sala de aula, momentos estrondosos dos livros.
3) Como professor, quais livros você costuma indicar para os seus alunos?
Eu indico livros clássicos, tendo em vista que os da atualidade eles mesmo já conhecem. Minha função, como professor, é fazê-los conhecer a Literatura e História da escrita para que consigam transitar em escalas sociais diferentes. Ler os mais vendidos hoje, como os Hots não farão isso. A literatura clássica serve para enriquecer o ser humano e ele tem de saber que a escrita era a confirmação da História de uma humanidade. Hoje, a literatura está mais para o lazer. O pensar e refletir são coisas do passado. Estranho, não é mesmo?
4) Você prefere escrever livros educacionais ou literários?
Os dois fazem parte da minha alma. Sempre pensei em ser jornalista para denunciar os desmandos na Educação. Não fui, mas hoje, minha presença na escrita educacional, está bem firme no cenário. Tenho respeito da classe profissional da Educação e o meu objetivo foi alcançado. Quanto aos literários, gosto de escrever transmitindo uma mensagem. Não leio por ler, quero que a história me passe algo de inovador para a minha vida e quando escrevo, quero que meus leitores tenham uma mensagem…
5) Quais sãos suas influências literárias? Quais são os autores que influenciam a sua escrita?
Machado de Assis é o meu grande inspirador… Não sabia disso. Li todos os seus livros. Lembro-me que quando eu fui escrever O ANIVERSÁRIO pedi para uma “incrivilinda” diretora ler, não disse a ela que era meu escrito, ela leu e ao final perguntou “Cadê o resto? Quem é o autor? Machado de Assis?”. Ela conta esta história para todos hoje e eu fiquei muito lisonjeado. Vou mandar um beijo para ela, Diretora Isabel Cristina, amo você! (risos).
6) Como funciona o seu processo criativo? 
Meu processo criativo não difere de muitos da teledramaturgia, vi isso em um curso que fiz com uma autora da Rede Globo. Busco um tema que quero pesquisar e escrever. Depois vou montando a minha “espinha de peixe” e lanço o conflito chave. Após faço a escaleta de Aristóteles e desenvolvo os capítulos. Dá um trabalhão. Mas para mim é mais fácil, fui tentar fazer sem isto e confesso, estou sofrendo mais… Gastando mais tempo e revendo tudo. Sem isso dá se muita incoerência.
7) O que podemos esperar do seu próximo livro Rapunzel e o Reino das Trevas?
Muita aventura e mensagens “maravilindas” para todos. Há um nobre guerreiro, que não é um príncipe, mas com o seu coração puro consegue destruir os corações negros de todo o núcleo principal. O final foi bem diferente do que o esperado e, isso me gerou uma pressão grande em casa, pois meus irmãos e minha mãe leem todos os meus manuscritos, e não queria aquele final. Minha mãe chegou a ficar com raiva de Rapunzel e de mim (risos) mas quando minha Agatha Christie, minha eterna namorada, leu, ela ficou do lado deles… (risos) resultado: mudei!
8) Quais sãos as dificuldades você acha que o autor nacional ainda encontra ao publicar um livro?
Todas as dificuldades em uma carreira normal. Apesar de que no Brasil a grande maioria que lê quer escrever, mas não quer se tornar um grande autor. Pensam que se acontecer, ótimo, mas se não acontecer, continuará com a sua vida. Assim, enchem a visão das editoras e, nesta multidão, não dá para saber quem realmente quer ser escritor. Assim as portas vão se fechando cada vez mais com um filtro sem saber ao certo como é e como serve. Às vezes, a editora dá oportunidade para alguém que escreveu algo do momento e esquecem que amanhã é outro momento. Chego a achar que grandes editoras estão achando que somos descartáveis, assim quando passar o momento há outro “escritor” e param com o anterior. É por isso que os contratos são com obras e não com o autor.
Tenho muito a aprender na escrita, mas já vi cada história sendo publicada por grandiosas potências literárias que chega a me estarrecer. Mas depois paro e penso, as editoras publicam o que o público quer ler, assim dá para se perceber e analisar a nossa sociedade.
9) Que dicas e conselhos você poderia dar para os escritores iniciantes?
Com as plataformas online, digo, escrevam e escrevam. Mas se não quer seguir a área para valer, não engrenem em publicações de editoras tradicionais. Mas outro conselho que dou e aprendi. Você tem um sonho? Desista e continue desistindo. Quando você perceber que não tem como mais desistir, persista. É o que eu fiz e deu certo!
10) Qual a importância dos blogs literários para os autores nacionais?
Eu chamo os blogs como os meios de comunicação. Ele fala diretamente com públicos que não consigo atingir. Este segundo semestre abri um contato muito grande com este meio e vou investir nisso. Quero mais que parceiros, quero blogs fieis a uma Literatura.
11) Você acredita que o mercado literário digital ajuda os autores nacionais na sua jornada para ter seu trabalho conhecido?
Sim. A distribuição dos arquivos digitais é muito importante. Se você faz uma obra online e o público gosta, ele busca os demais livros. Meu público foi assim!
12) O Aniversário é um livro de suspense e Rapunzel e o Reino das Trevas parece ser uma mistura de suspense com terror, esse é o seu estilo predominante?
Sim. Na verdade é suspense psicológico e mistérios. Quando falo isso é que em todos os meus escritos, há personagens misteriosos que ao longo da trama, o leitor vai descobrindo. Além disso, uso o SER e o PARECER. Vai ficar nítido quando ler O ANIVERSÁRIO, RAPUNZEL, GHEB, DIÁRIO DE UM GAROTO APAIXONADO e o meu próximo O PACTO DOS INTELIGENTES.
 
13) Seus personagens são totalmente fictícios ou você se inspira em pessoas conhecidas?
Totalmente fictícios. Os conflitos na obra podem ser mitos das pessoas no seu dia a dia. Muita gente vai se reconhecer em algum personagem.
14) Conte sobre seus projetos futuros e próximos lançamentos.
Rapunzel e o Reino das Trevas pela Editora Tribo das Letras e com muita fé O PACTO DOS INTELIGENTES. Esta obra vai realmente tirar o fôlego de todos.
15) Qual livro você está lendo no momento?
Acabei de ler E NEM SOBROU NENHUM de Agatha Christie. Agora eu vou para BRANCA DE NEVE TEM QUE MORRER…
16) Que livro que você leu e te marcou tanto que você indica de olhos fechados?
O Pequeno Filósofo de Gabriel Chalita. Este livro é o meu predileto. Realmente marca os nossos corações e nos faz refletir. Gosto de livros assim, que tragam reflexões.
Agradeço a entrevista e foi muito “incrivilhoso” falar do meu mundo para você… Espero que tenham gostado e milhões de sorrisos para vocês do blog!
Então, o que vocês acharam da entrevista?

BLOG “BORBOLETAS NO PAPEL” FAZ ENTREVISTA COM O ESCRITOR ALEX DE FRANÇA ALELUIA

Na última quarta-feira, 23 de julho, o professor e escritor Alex de França Aleluia deu uma entrevista escrita para o blog da nossa “incrivilhosa” blogueira Beatriz Froncks e o resultado foi “maravilindo”.

 

Leia a entrevista e conheça o blog “incrivilhoso” BORBOLETAS NO PAPEL…

Quem é o Alex “pessoa”, fora do universo literário?
Sou professor de Literatura e Gramática. Sou um rapaz reservado e ao mesmo tempo espontâneo. Sou consultor político e pedagógico. Isto é, sou o cara chamado de Chato por alguns e respeitado por muitos.
O que mais te motiva a escrever?
Pensar que podemos ser Deus. Pensar que muitas ações realizadas por seus personagens, em seu subconsciente, gostaria que fosse realizada por nós, quem escreveu.
Quando foi seu primeiro contato com a literatura? Naquela época, você imaginou que se tornaria escritor?
Parece clichê, mas não é. Sempre pensei em ser escritor. Não quero escrever por escrever. Quero escrever para deixar marcas, plantar raiz. Escrevia, quando pequeno, as brigas de minha família em um caderninho. Fingia que era autor de novelas. Quantas histórias, eu escrevi! Fantasiei e até interpretei. Lia muito. Sonhava sempre. Fiz Letras e hoje sou professor de Literatura. Conto e encanto com histórias clássicas em salas de aulas e ainda ingressei na Academia de Letras do Brasil. Ou seja, ainda não sou famoso, mas quem está perto de meu mundo, saberá que meu objetivo está sendo cumprido.
O que você acha mais importante em um personagem e o que mais gosta nos seus?
O seu crescimento na história. Meus personagens, todos, têm uma transformação “incrivilinda” ao longo do seu conflito. Todos os meus livros, os personagens trazem transformações psicológicas, mexendo com o psicológico de quem lê.
A literatura nacional vem ganhando destaque, como se sente podendo representá-la? 
Tem muita gente legal na área. Mas muitos apenas se aventurando. Escrever é como planejar seu futuro. Precisa ter raiz e muita força de vontade. Escritores temos vários, a Amazon é quem nos diz, mas escritos serão poucos. Acho que me entendeu, certo?
Você acompanha o trabalho de algum autor nacional?
Sim. Acompanho da minha escritora Mariana Sgambato. Conheci na Bienal de São Paulo em 2014 e de cara formamos vários projetos para perpetuar a nossa literatura. Além disso, gosto de Fabiana Cardoso, Samantha Holtz.
Acesse o blog
header1