ESCRITOR VIRA NOTÍCIA NO JORNAL “O DIÁRIO DE MOGI”

O escritor do interior paulista participou da Bienal de SP e aproveitou a viagem para conversar com professores e alunos da escola onde estudou quando criança.

O reencontro foi acompanhado pelo Jornal do Alto Tietê – O DIÁRIO DE MOGI…

Veja um pouco o que está na reportagem:

Sala de aula lotada na escola estadual Cid Boucault, em Jundiapeba. Mas na última sexta-feira, os papéis foram invertidos. Quem falava era um aluno e aqueles que prestavam a atenção eram os professores. Alex de França Aleluia não pisava na escola onde passou a adolescência há 12 anos. Desde que saiu da unidade, na oitava série, mudou-se para São José do Rio Preto. Na semana passada, aos 27 anos e agora formado em Letras, ele voltou à escola para falar da importância dos professores na sua vida, sobretudo da influência deles em sua carreira literária. Com cinco livros já publicados, Alex Aleluia foi um dos expositores da Bienal Internacional do Livro 2014, que aconteceu entre os dias 22 e 31 de agosto no Pavilhão de Exposições do Anhembi, com mistério infanto-juvenil “O Aniversário”.

“Eu me lembro que só comecei a gostar do meu sobrenome, que é Aleluia, depois que meu professor de Português escreveu na lousa antes de fazer a chamada. Até então, todo mundo fazia piada e eu ficava com vergonha de falar meu nome inteiro. Até que um dia ele escreveu o sobrenome e explicou a origem. A partir dai, comecei a gostar e todo mundo me conhecia como Aleluia na escola” contou ao encontrar o seu ex-professor de Língua Portuguesa, Marco Antonio Panegassi.

Nascido em Ferraz de Vasconcelos, Alex mudou-se para Mogi ainda adolescente, onde morou com a família em Jundiapeba. Estudou por um ano na escola estadual Professor Claudio Abraão, na Vila Jundiaí, até conseguir vaga na escola Cid Boucault. “Era a única escola do Distrito, então não tinha vagas. Consegui estudar na unidade por dois anos, antes de me mudar para São José. Aqui passei os melhores dias da minha vida e foi onde eu descobri quem realmente sou. Aqui o aluno tinha voz. Eu participava do grêmio estudantil, de projetos de preservação do patrimônio. Aprendi muito. Mais do que o conteúdo da escola. Aprendi lições para a vida toda”, contou.

Foi mantendo contato por meio de rede social com uma ex-professora que agora mora na Bahia, que o aluno foi convidado pela diretoria da escola para fazer a visita (…)

 

Acompanhe a maior parte da reportagem no site:

http://www.odiariodemogi.com.br/cidades/cidades/25271-escritor-fala-das-licoes-da-escola.html

 

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